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ubuntu lucid no acer aspire 1410

domingo, maio 23rd, 2010

Olá amigos,

Hoje venho compartilhar com vocês uma experiência com o um notebook Acer e o Ubuntu Lucid Lynx. Ontem após gravarmos o #NAVARANDA, tive a oportunidade de instalar o Ubuntu Lucid Lynx em um notebook Acer modelo Aspire 1410.

No início não fui muito feliz na instalação, tive vários problemas bizarros – que já foram resolvidos – e cito abaixo Efeitos, Causa e a Solução.

Efeitos

- lentidão na instalação

- erros no boot após a instalação

- ubuntu não carrega

- ubuntu demora para carregar

- verifiquei vários erros com a controladora sata

- verifiquei que a controladora reiniciava várias vezes antes de iniciar o ubuntu

- só conseguia carregar o ubuntu lucid desabilitando UUID no GRUB

- o ubuntu no notebook estava muitoooooo instável e lento

Causa

Parece que o KERNEL do Ubuntu e a controladora SATA2 do ACER – a qual funciona em modo AHCI – não se entendem muito bem.

Solução

Entrar na BIOS e mudar o modo AHCI da controladora SATA2 para o modo IDE.

Desta forma, seu Notebook fará as pazes com o Ubuntu e você poderá desfruturar desta confortável  e extensível flavor GNU/Linux.

Não vou entrar em detalhes sobre os prejuízos de performance em modo IDE ou vantagens do modo AHCI, estou apenas estou informando a solução para você usar o Ubuntu neste notebook.

Caso apareça alguma correção do kernel do Ubuntu que permita o uso pleno do AHCI, aviso aqui no Blog.

Apesar de ser um Notebook com ‘N’, após a instalação do Ubuntu Lucid Lynx Desktop, seguindo a dica da querida @brunnarosa, instalei os pacotes do Netbook Remix, isto de fato deixou o desktop bem mais intuitivo na tela de 11.6, valeu pela dica Brunna!

Enjoy!

Reviews de uso do Ubuntu com este notebook

http://danielmartins.eti.br/blog/2010/04/28/ubuntu-10-04-acer-aspire-1410/

http://alexblog.eeol.org/linux/dicas-e-truques/instalando-o-ubuntu-no-aspire-1410/

Referências

AHCI
http://en.wikipedia.org/wiki/Advanced_Host_Controller_Interface

IDE

http://pt.wikipedia.org/wiki/IDE

KERNEL LINUX

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_(núcleo)

UUID
http://en.wikipedia.org/wiki/UUID

GRUB
http://en.wikipedia.org/wiki/GNU_GRUB

SATA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Serial_ATA


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Guto

divulgando, pgday Brasília 31/Maio/2010

sábado, maio 15th, 2010


Passo aqui para divulgar o PGDAY que vai ocorrer em Brasília no dia 31 de Maio de 2010.

O que é?

PGDay, ou Dia do Postgres, é um evento não tão formal quanto o PGCon (Conferência PostgreSQL) e de caráter regional, podendo ser realizado com poucas pessoas em qualquer/vários estados do País.

Quais são os objetivos?

É uma chance para que usuários, DBAs e desenvolvedores Brasileiros de PostgreSQL aprendam, se conheçam, troquem experiências, exponham casos de sucessos, desafios e fortifiquem sua rede de relacionamento profissional.

Algumas palestras são selecionadas, alguns temas levantados para serem debatidos, (como projeto de tradução por exemplo) e serve também como um termômetro sobre quais assuntos podem vir a se destacar para um futuro PGCon.

Outro objetivo fundamental do evento é promover o uso do PostgreSQL como uma ferramenta completamente gratuita de gerenciamento de banco de dados, de ótima qualidade e altamente competitivo com soluções proprietárias.

Qual o público alvo?

Dentre o público esperado estão:

  • Organizações governamentais;
  • Estudantes de cursos técnicos e de Universidades;
  • Profissionais de empresas;
  • Entusiastas de Software-Livre;

Inscrições

As inscrições são gratuitas e limitadas e devem ser realizadas em:

http://www.postgresql.org.br/eventos/pgday/df/2010

Local

Auditório do Serpro na regional
SGAN Av. L2 Norte Quadra 601 – Módulo G
Brasília – DF
CEP: 70830-900

Fonte: http://www.postgresql.org.br/eventos/pgday

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Guto

divulgando, procuradoria geral eleitoral manda pf investigar institutos de pesquisa

terça-feira, maio 11th, 2010

Abaixo divulgo POST retirado do blog Nas Retinas. Parece que a casa vai cair para alguns institutos de pesquisa.

O ato é histórico. A pedido da sociedade civil, Procuradoria Geral Eleitoral acatou solicitação de investigação dos quatro principais institutos de pesquisa feita pelo Movimento dos Sem Mídia. O advogado da entidade, Antonio Donizeti da Costa, encaminhou a mensagem abaixo assim que recebeu a resposta da procuradoria. A partir de agora, segundo o processo 4559.2010-33, a Polícia Federal deve abrir inquérito para investigar PRÁTICA DE SUPOSTO  “ CRIME ELEITORAL DE REALIZAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PESQUISA ELEITORAL FRAUDULENTA “ em pesquisas do Datafolha, Sensus, Ibope e Vox Populi.

- Procuradoria Geral Eleitoral – DF – Processo número 4559.2010-33

Conforme informações obtidas pelo Departamento Jurídico do Movimento dos Sem Mídia - MSM na tarde desta 3a. feira, 11/05/2010, em Brasilia – DF,  a Vice-Procuradora Geral Eleitoral do Ministério Publico Eleitoral Federal, Dra. Sandra Cureau, determinou em despacho que  ” se extraiam cópias na íntegra da Representação Eleitoral do MSM e da lista de adesões dos cidadãos brasileiros que a apoiaram,  remetendo os documentos para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília – DF, para que a Polícia Federal proceda a Abertura de inquérito Policial para apurar ” suposta prática de Crime Eleitoral de Realização e Divulgação de Pesquisa Eleitoral Fraudulenta “.   A representação do MSM foi em relação aos 4 Institutos de Pesquisa: Datafolha, Ibope, Sensus e Vox Populi.

A Representação Republicana do MSM, pois pede a investigação de todos os institutos de pesquisas eleitorais, visa garantir a lisura, transparência e igualdade de condições entre os candidatos nestas eleições gerais de 2010, sem abuso do poder econômico de qualquer natureza ou espécie, protegendo o direito dos eleitores de decidirem de acordo com suas consciências e livre arbítrio, sem risco de manipulações de sua vontade soberana, afinal reza a vigente Constituição Federal Brasileira que “  Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos.”

Link direto:

http://emerluis.wordpress.com/2010/05/11/procuradoria-geral-eleitoral-manda-pf-investigar-institutos-de-pesquisa/

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Guto

cntlm, uma solução rápida e elegante

terça-feira, maio 11th, 2010

1. Cenário

No meu trabalho a saída para a internet se dá através de um servidor proxy que ‘fala’ apenas o protocolo proprietário NTLM, imagine que para eu conseguir navegar  preciso configurar o meu navegador para o uso manual de PROXY, mas posso também  configurar o proxy do GNOME de forma global, evitando assim configurar cada aplicação.

2. Causa & Efeito

O problema é que mesmo com o proxy manual configurado, o protocolo NTLM me força a digitar as informações de usuário e senha em qualquer aplicação que necessite de acesso a internet, algo irritante que acaba impossibilitando o uso de vários aplicativos de forma plena.

3. Perguntas & Repostas

A. Mas afinal porque no M$-Windows eu não preciso digitar usuário e senha?

Neste tipo de sistema operacional o ambiente aproveita o TICKET que o usuário recebe após validar as credenciais de acesso ao domínio (pós processo de autenticação), desta forma a navegação ocorre de forma transparente, não sendo  necessário informar novamente o usuário e a senha.

B. Como eu evito esse constante pedido dos meus dados no ambiente GNU/Linux?

Existem algumas formas de contornar esta necessidade, as soluções mais utilizadas são os proxys de autorização NTLM. Este tipo de programa oferece uma forma transparente de navegação, isto ocorre pois o software entrega ao servidor NTLM as credenciais necessárias para a navegação, desta forma você não precisa digitar usuário e senha a todo o momento, basta configurar uma única vez.

Soluções

Dentre os principais proxys de autorização/autenticação NTLM, o projeto NTLMAPS é o mais conhecido e difundido. No entanto, ontem conheci uma nova solução através do amigo @beholders_eye , o nome do projeto que ele me apresentou é Cntlm.

Após pesquisar um pouco, instalei, configurei e testei a solução, posso dizer que o resultado foi muito bom e recomendo o uso deste software.

Em resumo o CNTLM é uma implementação do Proxy NTLM escrito em linguagem C – puro C – em busca de maior velocidade e performance.

O CNTLM é mais rápido e mais fácil de configurar se o compararmos ao seu irmão famoso, além disto ele oferece outros recursos interessantes como tunneling e socks proxy.

Abaixo vou mostrar um rápido tutorial para instalar, configurar e utilizar o CNTLM no Ubuntu Lucid Lynx.

Já aviso que o tutorial abaixo requer intimidade com o uso do GNU/Linux em ambiente CLI (command line interface), também conhecido como modo-texto ou a tal tela preta/branca ou roxa – no caso do Lucid, vulgarmente e popularmente conhecido como ‘o bom e velho terminal’ :P

0. Abra o gnome-terminal ou o aplicativo terminal de sua preferência.

1. torne-se root

gutocarvalho@destiny:~$ sudo su
[sudo] password for gutocarvalho:

2. instale o cntlm

root@destiny:/home/gutocarvalho# aptitude install ntlm

3. Edite o arquivo de configuração do NTLM

root@destiny:/home/gutocarvalho# gedit /etc/cntlm.conf

Atente para as linhas abaixo, preencha de acordo com os seus dados de usuário

Username nome.sobrenome
Domain seudominio
Password 26CFFB4081C1333C9EC16D6C6BDAF60F
Proxy 10.217.112.41:8080
Listen 3128

4. Gerando hash da sua senha

Para gerar o hash utilize o comando abaixo.

root@destiny:/home/gutocarvalho# cntlm -H
Password:
PassLM 26CFFB4081C1333C9EC16D6C6BDAF60F
PassNT 3089B6B296D064E1038A7FDEFD0240B7
PassNTLMv2 615CD146794614D291E006E213CDBB15 # Only for user ‘nome.sobrenome’, domain ‘seudominio’

Após gerar o HASH copie o resultado para o campo Password no arquivo de configuração e salve o arquivo.

5. parando o cntlm

root@destiny:~# /etc/init.d/cntlm stop
Stopping CNTLM Authentication Proxy: cntlm.

6. iniciando o cntlm

root@destiny:~# /etc/init.d/cntlm start
Starting CNTLM Authentication Proxy: cntlm.

7. verificando se o cntlm está sendo listado na porta 3128 TCP conforme o arquivo de configuração orienta

root@destiny:~# netstat -ntpl|grep ntlm
tcp 0 0 127.0.0.1:3128 0.0.0.0:* OUÇA 14657/cntlm

8. Configurando o proxy do seu sistema ou navegador

Eu geralmente configuro o proxy no GNOME e procure sempre que possível apontar as aplicações as configurações do sistema.

Abaixo tela de proxy do GNOME

No Firefox eu aponto para as configurações de proxy do sistema – GNOME

Após estas configurações faça o teste e tente navegar, se a configuração estiver correta você não terá dificuldades.

Referências

http://ntlmaps.sourceforge.net/

http://cntlm.sourceforge.net/

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Guto

checkpoint, como instalar o cliente vpn snx r66 no ubuntu lucid lynx

segunda-feira, maio 10th, 2010

Para se conectar a um servidor VPN CHECKPOINT via GNU/Linux, especificamente através da distribuição Ubuntu Lucid Lynx, é necessário o uso do software SNX da checkpoint. Este software permite que a nossa workstation estabeleça uma conexão VPN através de um túnel SSL.

Infelizmente dependemos de pacotes em versões que não existem na release Lucid Lynx, são eles:

libstdc++5
gcc-3.3-base

Estas versões dos pacotes estão disponíveis na release Hardy do Ubuntu. A aplicação SNX da CHECKPOINT foi compilada contra essas versões do GCC e libstdc++ e só vão funcionar com elas. A boa notícia é que você pode instalar esses pacotes no LUCID sem prejuízos para o seu ambiente.

Siga o tutorial abaixo para instalar o SNX em seu sistema Lucid Lynx!

Já aviso que o tutorial abaixo requer intimidade com o uso do GNU/Linux em ambiente CLI (command line interface), também conhecido como modo-texto ou a tal tela preta, ou branca ou roxa – no caso do Lucid, vulgarmente e popularmente conhecido como ‘o bom e velho terminal’ :P

0. Abra o gnome-terminal ou o aplicativo terminal de sua preferência.

1. torne-se root

gutocarvalho@destiny:~$ sudo su
[sudo] password for gutocarvalho:

2. entre no diretório home do root

root@destiny:/home/gutocarvalho# cd ~
root@destiny:~#

3. crie um diretório chamado checkpoint

root@destiny:~# mkdir checkpoint

4. entre no diretório

root@destiny:~# cd checkpoint
root@destiny:/root/checkpoint#

5. pegando os pacotes necessário para o funciona do SNX

root@destiny:/root/checkpoint# wget http://mirrors.kernel.org/ubuntu/pool/universe/g/gcc-3.3/gcc-3.3-base_3.3.6-15ubuntu4_i386.deb

root@destiny:/root/checkpoint# wget http://mirrors.kernel.org/ubuntu/pool/universe/g/gcc-3.3/libstdc++5_3.3.6-15ubuntu4_i386.deb

6. instalando pacotes

root@destiny:/root/checkpoint# dpkg -i gcc-3.3-base_3.3.6-15ubuntu4_i386.deb

root@destiny:/root/checkpoint# dpkg -i libstdc++5_3.3.6-15ubuntu4_i386.deb

7. pegando a última versão do SNX

Faça o download do arquivo no link abaixo

https://supportcenter.checkpoint.com/supportcenter/portal/user/anon/page/default.psml/media-type/html?action=portlets.DCFileAction&eventSubmit_doGetdcdetails=&fileid=8724

Normalmente o arquivo ficará em /home/usuario/Downloads

O nome do arquivo é

Check_Point_SNX_R66_HFA_01_For_Linux_800004013.sh

8. instalando o SNX

Vamos mover o arquivo para o diretório /root/checkpoint

root@destiny:/root/checkpoint# mv /home/usuario/downloads/Check_Point_SNX_R66_HFA_01_For_Linux_800004013.sh /root/checkpoint

9. Entre no diretório checkpoint (caso tenha saído dele)

root@destiny:/root/checkpoint# cd /root/checkpoint

10. Executando instalador do SNX

root@destiny:/root/checkpoint# sh Check_Point_SNX_R66_HFA_01_For_Linux_800004013.sh

Siga as instruções e terá o pacote SNX instalado!

Para se conectar use o comando abaixo

root@destiny:/root/checkpoint# snx -s IP_DO_SERVIDOR -c certificado.key

Para desconectar

root@destiny:/root/checkpoint# snx -d

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Guto

ubuntu lucid lynx, onde foi parar o módulo TUN?

segunda-feira, maio 10th, 2010

Se você usa algum tipo de cliente VPN  que dependa do módulo TUN, poderá ter problemas no Ubuntu Lucid Lynx. Nesta nova versão a equipe da Canonical optou por oferecer o dispositivo TUN em modo built-in no kernel.

Muitos usuários estão reportando problemas em clientes VPN no link a seguir:

http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=1459559

Na Launchpad temos alguns BUGs abertos relacionados ao módulo TUN, abaixo cito dois que considero relevantes para o entendimento do problema:

https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux/+bug/565856

https://bugs.launchpad.net/ubuntu/lucid/+source/vpnc/+bug/499491

Aparentemente muitos clientes VPN se relacionam diretamente com o módulo tun.ko no diretório /lib/modules/2.6.xx/kernel/net, porém como o módulo está compilado em modo built-in, ele não será encontrado e o cliente provavelmente retornará algum erro ao usuário.

Para termos certeza que o dispositivo TUN está disponível, basta verificar  se o arquivo tun está no diretório /dev/net, se estiver, isto significa que ele foi compilado corretamente.

Já existe um workaround chamado FAKETUN que trata da questão, este contorno engana os clientes VPN simulando o arquivo tun.ko no diretório em que ele deveria estar se fosse compilado como módulo.

Abaixo vou traduzir o passo-a-passo para contornar o problema, a dica foi retirada do launchpad.

Já aviso que o tutorial abaixo requer intimidade com o uso do GNU/Linux em ambiente CLI (command line interface), também conhecido como modo-texto ou a tal tela preta, ou branca ou roxa – no caso do Lucid, vulgarmente e popularmente conhecido como ‘o bom e velho terminal’.

0. Abra o gnome-terminal ou o aplicativo terminal de sua preferência.

1. Torne-se root

gutocarvalho@destiny:/home/gutcarvalho$ sudo su
[sudo] password for gutocarvalho:

2. Entre no diretório HOME do usuário root

root@destiny:/home/gutocarvalho# cd ~

root@destiny:~#

3. Certifique-se que esta com os pacotes abaixo instalados

root@destiny:~# aptitude install build-essential linux-headers-`uname -r`

4. Agora vamos criar um diretorio chamado FAKETUN

root@destiny:~# mkdir faketun

5. Entrando no diretório

root@destiny:~# cd faketun

6. Criando o arquivo tun.c

root@destiny:/root/faketun#

echo -e “#include <linux/module.h>\nstatic int start__module(void) {return 0;}\nstatic void end__module(void) return;}\nmodule_init(start__module);nmodule_exit(end__module);” > tun.c

7. Criando o arquivo Makefile

root@destiny:/root/faketun#

echo -e “obj-m += tun.o\nall:\n\tmake -C /lib/modules/\$(shell uname -r)/build/ M=\$(PWD) modules\nclean:\n\tmake -C /lib/modules/\$(shell uname -r)/build/ M=\$(PWD) clean\nclean-files := Module.symvers” > Makefile

8. Compilando

root@destiny:/root/faketun# make

9. Instalando o módulo tun.ko

root@destiny:/root/faketun# install tun.ko /lib/modules/`uname -r`/kernel/net/tun.ko

10. Recarregando módulos

root@destiny:/root/faketun# depmod -a

11. Carregando Módulo TUN

root@destiny:/root/faketun# modprobe tun

root@destiny:/root/faketun# lsmod |grep tun
tun                      620  0

Pronto, módulo – fake – compilado e carregado, agora você precisa fazer testes com o seu cliente VPN. No meu caso o software VPN é  o SNX da Checkpoint, no Lucid Lynx eu só consegui me conectar ao servidor VPN após a aplicação do contorno.

Vale mencionar que caso você atualize seu KERNEL após executar o contorno, seja da versão 2.6.32-21 para a 2.6.32-22, ou mesmo para alguma versão mais nova, deve-se executar o procedimento do FAKETUN do passo 9 em diante, isso é necessário para garantir que o arquivo tun.ko exista no diretório /lib/modules/2.6.xx/kernel/net do novo kernel instalado.

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Guto

Falando em oportunidades perdidas, aqui vai o meu pitaco!

quinta-feira, maio 6th, 2010

Ontem o amigo @emerluis do blog Nas Retinas falou de forma franca sobre o site da Dilma Na Web e as propostas deste espaço através do POST “Quando a Oportunidade vai pelo ralo” .

Hoje cedo após franca análise do site, comentei o post dando os meus Pitacos. Os pitacos agora se tornam um novo post , em um outro site, os pitacos propõe a discussão aberta e um alerta, mas creio que a principal mensagem que desejo passar é que ainda há tempo de mudar.

O post do @emerluis foi excelente e direto ao ponto, principalmente no que toca a linha editorial do site. Na minha opinião a linha editorial aponta de forma clara para um modelo de site institucional, bem diferente de um blog, tal como se apresenta o Dilma Na Web.

Tomarei aqui a liberdade de pontuar mais algumas questões, mas antes preciso afirmar – da mesma forma que o @emerluis – que o meu voto é para a continuidade deste governo e dos trabalhos em curso. Apesar disto, sinto que preciso contribuir com críticas e sugestões construtivas, afinal é hora de alinhar as ideias e equipes para a largada da campanha, não é prudente prosseguir da forma como está, e nada como o meu blog para expressar a minha opinião pessoal neste assunto.

Abaixo pontuo questões importantes que merecem avaliação cuidadosa.

1. O uso das Redes Sociais

O site tem atalhos para o internauta chegar até as redes sociais e acessar o perfil da pré-candidata, percebo que a atualização está sendo constante, porém a linguagem utilizada ainda está longe do que se espera em uma rede social. São comentários formais, as vezes frios, notinhas, notícias, eventos, agradecimentos, mas falta VIDA nestes tweets, mais fotos, mais humor, mais temperamento, mais emoção, é para ser pessoal e não profissional e frio.

Estes são mecanismos importantes que não podem ser desperdiçados desta forma, o que passa para o eleitor – no meu caso – é que a pessoa que usa do lado de lá, o faz por obrigação e não por prazer de interagir com seus eleitores e com a sociedade, além disto, parece que cada tweet é cuidadosamente revisado para não ter muita carga “emocional” ou “pessoal”, quando deveria ter esta carga, pois a proposta das redes sociais é mostrar quem você realmente é.

Veja a forma com que os outros pré-candidatos e pré-candidatas interagem, é tudo muito mais leve, descontraído, eles cometem gafes, erros, as vezes o temperamento lhes acomete, como a todos nós, são seres humanos e não robôs.

2. Interagindo

Como eu faço para interagir com a DILMA e equipe no site?

Eu sinceramente não quero acreditar que alguém que desenha um site em 2010 acredita que vamos utilizar o link “contato” para interagir com a pré-candidata e com a pré-campanha.

E ainda tenho outras perguntas, ainda sem respostas, são elas:

a) Se eu desejo enviar perguntas para a Dilma, como faço ?

b) Se eu desejo enviar perguntas para a Equipe, como faço ?

c) Se eu desejo interagir com outros possíveis eleitores, debatendo, discutindo, interagindo, como faço?

d) Se eu desejo interagir com eleitores do meu estado, da minha cidade, do meu bairro, como faço ?

e) Se desejo discutir e criticar as propostas e plataforma de campanha, como faço?

Observe que a falta de ferramentas adequadas no site impedem que ele cresça de forma dinâmica, ele só vai crescer se nos deixarem entrar, ele só vai crescer com ajuda dos usuários.

Na minha opinião este site deveria ser um grande polo de discussão, um espaço interativo, um ponto seguro de referências para responder questionamentos, um porto seguro para quem atua e oferece apoio à esta candidatura.

Infelizmente constato que a tecnologia da forma como foi concebida não permite estabelecer uma comunidade, um coletivo em sua volta.

3. Escondendo do público o público

O link “Conte a sua história” é uma ideia excelente, porém  seria ainda melhor se  o usuário pudesse visualizar os depoimentos enviados, desta forma teríamos a chance de conhecer emocionantes depoimentos de Brasileiros de todos os cantos deste país.
Ao invés de divulgar ricos depoimentos, estes são arquivados  – ao que parece – em uma base dados para análise futura, mais uma oportunidade perdida.

4.
Portal + Espaço Institucional + Blog + Web 2.0 ?

Antes de mais nada, tecnologicamente falando, o site aparenta ter uma construção sólida, digo isto olhando de forma superficial, ele é rápido e relativamente seguro, porém vamos discutir aspectos conceituais que fogem da técnica de programação, infraestrutura e segurança.

4.1 Portal

Vamos combinar que isso deixou de existir nos anos 90, chamar algo de portal hoje com a web 2.0 é ser nostálgico e gostar tanto dos anos 90 a ponto de insistir em desenhar sites como os daquela década, todo o cuidado é pouco, os portais pecavam por oferecer um quantidade absurda de conteúdo sem qualidade, controle e organização, era a famosa colcha-de-retalhos.

4.2 Site Institucional

Este tipo de site normalmente se define por informações estáticas e pouca interatividade com o usuário. Ele prima por ser simples, objetivo e vai direto ao ponto, muitas vezes inclusive frustando o visitante.

4.3 Blog

Hoje é comum chamarem algo na web de blog, apesar de muitas destas coisas por ai não serem BLOGs, para tirar a dúvida, vamos à definição na Wikipedia.PT.

“Um blog (contração do termo “Web log”), também chamado de blogue em Portugal, é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou “posts”. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.

Muitos blogs fornecem comentários ou notícias sobre um assunto em particular; outros funcionam mais como diários online. Um blog típico combina texto, imagens e links para outros blogs, páginas da web e mídias relacionadas a seu tema. A capacidade de leitores deixarem comentários de forma a interagir com o autor e outros leitores é uma parte importante de muitos blogs.”


4.4 Web 2.0

Afinal, o que é essa tal de web 2.0 que tanto falam?

Vamos pedir ajuda à wikipedia.

“Web 2.0 é um termo criado em 2004 pela empresa estadunidense O’Reilly Media[1] para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações.”

“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva”

Analisando estes conceitos podemos dizer que o site dilmanaweb pode ser um mix de muitas coisas, mas um blog puro e simples não é. Agora vamos entender o porquê.

a) É um site institucional?

Não completamente, mas ele tem estas características, principalmente quando se trata de informação estática, pouca iteratividade com os usuários e os frios formulários de mão única – só vai e não volta – dão o tom em boa parte do site.

b) É um portal?

Tem um desenho que lembra os portais dos anos 90, um vício difícil de perder, admito, porém não é um portal :)

c) É um blog?

A experiência de quase 10 anos blogando me diz que este site não é um BLOG propriamente dito.

Se ali houvesse um canal “BLOG” dentro do site DilmaNaWeb, seguindo minimamente o que a Wikipedia esclarece, seria então um site pessoal da DILMA com um blog embutido.

Aliás, se assim fosse, acredito que os comentários em POSTS seriam muito mais expressivos.

d) E afinal, temos web 2.0 neste site?

Em alguns aspectos, sim, em outros talvez, vamos os aspectos:

- O Site aponta para várias redes sociais.

- O Site usa recursos das redes sociais para embutir imagens e vídeos por lá.

Mas existem problemas, vamos a eles:

- O site não interage com os internautas a ponto de estimular o retorno

- O site não gera inteligência e informação para dentro do site
- O site não gera discussão e não oferece palco para o usuário discutir
- O site não aproveita as pessoas, ele apenas as direciona para outros sites

- O site usa as ferramentas da rede, mas não aproveita o coletivo da rede

Admito que é muito difícil utilizar características ditas de web 2.0 em propostas e absorve-las em projetos, é mais fácil conectar ou integrar o seu site as redes sociais existentes – algo que já é considerado web 2.0 – do que entender e aplicar o conceito em seu projeto.

O site precisa de mais atenção porém a equipe está no caminho certo.

5. Reconhecendo e recomendando os amigos

Toda a boa campanha web, independente do contexto, conta com uma rede de reconhecimento e fidelidade de usuários ligados por um interesse em comum, a tática funciona partindo da premissa de que um blog apoia o outro, um blog divulga o outro e todos crescem juntos para alcançar um objetivo.

Observe que nós temos mais de uma centena de blogs e sites amigos que apoiam a pré-candidatura da Dilma, mas não existe um mapeamento e nenhum ação para utilizar a força destes blogs, que sozinhos são um sopro, mas juntos são um Furação.

Um exemplo simples de interatividade e reconhecimento é a campanha de páginas amigas do FISL (Fórum Internacional de Software Livre). A equipe da ASL  (Associação Software Livre) convoca as páginas amigas do evento a divulgarem o FISL, em troca elas são mencionadas no site principal como APOIADORES do evento, um reconhecimento merecido. Esta ação ajudou o FISL a superar a marca de 10 mil inscritos.

Agora imaginem isto em outro contexto, uma ação simples, porém eficaz.


6. Modelo Errado gera Pouco interesse

Devo comentar notícias de um clipping ou avisos de uma agenda?

Não faz muito sentido comentar um clipping, tão pouco a agenda, em raras exceções achamos comentários neste site, o que é muito estranho.

Se formos avaliar os blogs do Azenha, MariaFro, Nassif, veremos um grande fluxo de comentários, veremos pessoas discutindo, interagindo o tempo todo, sem parar.

Qual a diferença, qual o segredo destes blogs?

A diferença é que eles não fazem clipping de notícias, eles funcionam como um blog – de fato, estes espaços promovem a discussão de temas polêmicos e de interesse da sociedade, e além disto, os blogs permitem que o usuário expresse sua opinião livremente, uma fórmula simples e eficaz para o usuário participar e voltar aos sites sempre que quiser externar suas ideias.

7. Afinal o que eu QUERO e o que eu NÃO QUERO com este site?

Eu quero conhecer a pré-candidata!

Eu quero confiar na pré-candidata!

Eu quero estabelecer uma relação com a pré-candidata.

Eu quero esclarecer todos os mitos que criam da pré-candidata, quero ouvi-la falar e se defender.

Eu NÃO quero ver clipping de notícias ou notícias de sua agenda, isso eu encontro em qualquer site.

Eu NÃO quero ver um resumo biográfico através de um infográfico da Dilma, eu quero VOTAR nela e não contratá-la, votar é uma relação de confiança muito maior, muito mais profunda.

Eu quero MAIS, eu quero interagir, eu quero usar a plataforma WEB 2.0 para me comunicar, e quero fazer parte de um COLETIVO, de uma COMUNIDADE.

Eu JÁ conheço o trabalho da DILMA, e sei que o seu profissionalismo é inquestionável, ela esteve no governo nos últimos anos, um bom governo, sei de sua competência, o que eu PRECISO é conhecê-la um pouco mais, assim posso confiar a esta pessoa mais 4 anos de trabalho por este país.

É muito difícil conquistar o eleitorado de alguém que é PURO coração, de alguém que se entrega ao seu povo, de alguém que é e age como o SEU POVO, principalmente se o que você tem a oferecer em contraponto para continuar é a Razão, a Biografia e o Currículo.

Se não encurtarmos esta distância entre a pré-candidata, vai ser cada vez mais difícil entrar nos corações de quem ainda precisa se contagiar pela continuidade deste trabalho.

É isto, espero ter expressado o que vi, vejo, sinto e desejo como eleitor e cidadão do Brasil.

[]‘s

Guto

saindo do forno, ubuntu 10.04 lucid lynx

quinta-feira, abril 29th, 2010

Acaba de ser lançada a versão 10.04 do Ubuntu, codinome Lucid Lynx

Abaixo o link para download da nova ISO, dê sempre preferência para o método TORRENT, desta forma não congestionamos os mirrors de pacotes, facilitando a vida daqueles que optaram pelo upgrade a partir da versão 9.04.

http://www.ubuntu.com/getubuntu/download

http://releases.ubuntu.com/releases/10.04/

Mais detalhes desta versão

http://www.ubuntu.com/products/whatisubuntu/1004features

[]‘s
Guto