console: rsync + ssh em porta diferente da 22

Postado por gutocarvalho, Quarta-feira, Julho 23, 2008, 9:40

Está se descabelando para fazer um rsync + ssh em um servidor onde porta do ssh é diferente da 22?

Alguns métodos possíveis…

rsync -avz –rsh=’ssh -p 2222′ /diretorio/de/origem usuario@host:/diretorio/de/destino/

ou

rsync -avz -e ’ssh -p 2222′ /diretorio/de/origem usuario@host:/diretorio/de/destino/

[]’s
Guto

wiki: views e acl’s no do bind9

Postado por gutocarvalho, Sábado, Julho 19, 2008, 18:39

Certo dia estava fuçando na internet usando o DIG que é uma ferramenta de lookup para DNS, e encontrei um domínio que tinha muitos registros do tipo A (host) apontando para endereços ip privados.

Bom se você tem os servidores de DNS na sua empresa ou entidade, você pode utilizar acl’s e views do BIND para criar uma zona específica para sua intranet e outra expecífica para uso externo.

Veja só, vamos editar o arquivo named.conf.local, presente no debian ou ubuntu.

Crie uma ACL para seus servidores de DNS slave externos.

acl “external_slaves” {
200.xxx.xxx.xxx;
200.xxx.xxx.xxx;
200.xxx.xxx.xxx;
200.xxx.xxx.xxx;};

Agora vamos criar uma ACL para seus servidores de DNS slave na rede interna.

acl “internal_slaves” {
10.xxx.xxx.xxx;
172.xxx.xxx.xxx;
192.xxx.xxx.xxx;
};

Agora vamos criar uma ACL onde você vai determinar quais são suas redes privadas

acl “lan_nets” {
10.0.0.0/16;
172.16.0.0/16;
192.168.0.0/24;
};

Legal já criamos listas de controles essenciais para configuração de nossas views, agora vamos criar as views.

Primeito a view para sua rede privada.

view “internal” IN {

match-clients { lan_nets; };

allow-recursion { lan_nets; };

allow-transfer { internal_slaves; };

notify yes;

zone “.” {
type hint;
file “/etc/bind/db.root”;
};

zone “localhost” {
type master;
file “/etc/bind/db.local”;
};

zone “127.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.127″;
};

zone “0.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.0″;
};

zone “255.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.255″;
};

zone “dominio.gov.br” {
type master;
file “/var/cache/bind/zones/master/dominio.gov.br.internal”;
notify yes;
allow-transfer { internal_slaves; };
};

Agora vamos configurar a view para rede externa (internet)

view “external” IN {

match-clients { !lan_hosts; any; };

allow-transfer { external_slaves; };

notify yes;

zone “.” {
type hint;
file “/etc/bind/db.root”;
};

zone “localhost” {
type master;
file “/etc/bind/db.local”;
};

zone “127.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.127″;
};

zone “0.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.0″;
};

zone “255.in-addr.arpa” {
type master;
file “/etc/bind/db.255″;
};

zone “dominio.gov.br” {
type master;
file “/var/cache/bind/zones/master/dominio.gov.br.external”;
};

Veja que todos os domínios em que seu serviço de DNS tem a autoridade tem que constar nas duas views, isto caso deseje que ele seja visto tanto internamente quanto externamente. Mesmo que seja um domínio que não tenha nenhum registro A apontando para algum host em sua intranet, se você deseja que sua intranet acesse este domínio ele terá que ser mencionado na internal view e na external view.

O segredo do view é a diretiva match_clients, verifique que no caso da view “internal”, eu digo para eles que os clientes que serão atendidos por ela são os que constam na ACL lan_nets, já na view “external” eu especifico que tudo que for diferente de lan_nets será atendido por aquela view.

Bom sendo assim você vai colocar no seu arquivo de zona dominio.gov.br.internal além dos registros comuns os registros tipo A que apontam para hosts na sua intranet e no arquivo de zona dominio.gov.br.external vai colocar apenas os registros normais com endereços ip públicos.

Através das views e acls você tem mais flexibilidade para elaborar suas configurações e mais segurança para sua rede, pois desta forma você não expõe informações sobre a sua rede privada.

Mais Dicas:

a diretiva match-clients especifica a qual rede ou host esta a view em que ela se encontra vai atender.

a diretiva allow-recursion especifica qual rede ou host pode fazer pesquisas do tipo recursiva utilizando este servidor.

a diretiva allow-transfer especifica para qual rede/host os arquivos de zona podem ser transferidos caso exista um servidor slave por lá.

a diretiva notify yes; especifica que os servidores slave serão avisado caso alguma modificação no serial zona seja detectado.

Referências
http://www.zytrax.com/books/dns/ch7/view.html
http://www.isc.org/sw/bind/arm93/Bv9ARM.ch06.html

problemas e soluções: uuid

Postado por gutocarvalho, Sábado, Julho 19, 2008, 8:10

1. Situação

Você instala uma distro GNU/Linux que usa UUID, neste mesmo disco existia um outra distro GNU/Linux, que em algum momento você resolve apagar, formata a particao ou muda o sistema de arquivos dela, depois disto você dá um boot na sua máquina e derepente o carregamento para, pedindo um CTRL+D, você dá  comando, o sistema inicia, mas aquela partição não é montada.

Ai você se pergunta, o que aconteceu?

Bom, primeiro vamos lhe apresentar o UUID (Universal Unique Identfier) que é um padrão de identificação utilizando na construção de softwares, o UUID foi padronizado pela Open Software Foundation como parte de um sistema de computação distribuido.

Antigamente tinhamos entradas no /etc/fstab que faziam referencias como por exemplo:

/dev/hda1
/dev/sda3
/deb/hdd2

Se você tem mais de uma controladora IDE, SATA, SCSI elas são noemadas de forma aleatória, e pode acontecer alguma mudança depois de um boot caso desligue uma das controladoras por exemplo.

Outro fato é que se você tira um HD ATA da controladora IDE0 posição secundária/slave (hdb)  e coloca na controladora IDE1 posição secundária/slave (hdd) no próximo boot seu disco não será montado e você verá um erro. Através do UUID temos a chamada noemação persistente, um dispostivo terá sempre a mesma idenficação, desde que ele não seja reformatado, ou seja se você mudar o disco de posição na controladora, ele ainda será montado, isto tudo graças ao UUID e UDEV, que é um gerenciador de dispositivos sucessor do DEVFS e HOTPLUG, interessante não?

2. Solução

Agora voltando ao cenário, se você formatar uma partição durante esse processo um novo UUID será gerado, isto pode ser checado de 2 formas.

root@defiant:/storage/usuarios/gutocarvalho# ls -la /dev/disk/by-uuid/
total 0
drwxr-xr-x 2 root root 120 2008-07-19 08:32 .
drwxr-xr-x 5 root root 100 2008-07-19 08:32 ..
lrwxrwxrwx 1 root root  10 2008-07-19 08:32 2adaa15b-cdc8-45ea-af3d-793a9c248f4b -> ../../sda4
lrwxrwxrwx 1 root root  10 2008-07-19 08:32 bff5b9f7-9000-4ea7-ae8e-8371f75148f1 -> ../../sda2
lrwxrwxrwx 1 root root  10 2008-07-19 08:32 df1c61bb-f9fa-42ff-8dff-2d482e2a5612 -> ../../sda3
lrwxrwxrwx 1 root root  10 2008-07-19 08:32 f7da0d79-a62d-4b2d-8562-e18e19596c6d -> ../../sda1

ou através do comando vol_id

root@defiant:/storage/usuarios/gutocarvalho# vol_id -u /dev/sda1
f7da0d79-a62d-4b2d-8562-e18e19596c6d

Na minha situação eu tinha uma partição /dev/sda1 que tinha uma outra distro instalada, formatei esta partição, logo o UUID dela mudou, no boot seguinte a partição não foi montada, para resolver eu dei o CTRL+D o processo de inicialização continuou, verifiquei o novo UUID da partição, corrigi no arquivo /etc/FSTAB e partição voltou a ser montada nos novos boots.

Veja um exemplo de linha FSTAB que usa UUID

UID=bff5b9f7-9000-4ea7-ae8e-8371f75148f1 / ext3 relatime,errors=remount-ro 0 1

Veja um exemplo de linha no GRUB que usa UUID

kernel /boot/vmlinuz-2.6.24-19-generic root=UUID=bff5b9f7-9000-4ea7-ae8e-8371f75148f1 ro quiet splash locale=pt_BR

O UUID é uma mão na roda!

Referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Udev
http://en.wikipedia.org/wiki/UUID
http://blog.mypapit.net/2008/04/linux-how-to-get-harddisk-uuid-number.html
http://manual.sidux.com/pt-br/part-uuid-pt-br.htm

ajude a sustentar a wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um eeepc!

Postado por gutocarvalho, Quarta-feira, Junho 25, 2008, 15:14

E também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Conheça o Artica para Postfix!

Postado por gutocarvalho, Domingo, Junho 22, 2008, 12:54

Um sistema de gerenciamento completo e profissional para o Postfix.

Com ele você pode integrar, postfix, openldap, clamav, kaspersky, spamassasin, cyrus, mailman, mailgraph, awstats, e muito mais.

No site eles disponibilizam uma imagem para VMWARE, estou testando e dou mais informações assim que conhecê-lo mais de perto.

Site do projeto: http://www.artica.fr/

[]’s
Guto

squashfs-tools do hardy com problemas….

Postado por gutocarvalho, Sábado, Junho 21, 2008, 17:24

Todas as imagens SquashFS para livecd que eu gero no Hardy não dão boot, para na busybox, agora se eu gerar estas imagens no Feisty ou Gutsy, com os mesmos comandos e scripts, funciona, muito estranho não?

Continuo pesquisando…

[]’s
Guto

Instale o tema Gelatin em seu Ubuntu Hardy!

Postado por gutocarvalho, Sábado, Junho 21, 2008, 16:19

Recentemente instalei o tema Gelatin em meu Ubuntu e ficou bem bacana.

Segue o link para quem quiser conhecer.
http://gnome-look.org/content/show.php/Gelatin?content=74451

[]’s
Guto

lançado o wine 1.0 stable!

Postado por gutocarvalho, Quinta-feira, Junho 19, 2008, 10:18

Depois de 15 anos de desenvolvimento e testes, foi finalmente lançado a versão  1.0 stable do WINE. O Wine é uma implementação OpenSource da API do MS-Windows e funciona no X com OPENGL em ambientes Unix Like.

Quem quiser testar a nova versão vá ao site do projeto clicando no link abaixo:

http://www.winehq.org

Lista de aplicações e jogos compatíveis com o Wine 1.0

http://appdb.winehq.org/

Faça o download dos pacotes para sua distribuição favorita!

http://www.winehq.org/site/download

Aproveite.

[]’s
Guto

download day do firefox foi um sucesso!

Postado por gutocarvalho, Quinta-feira, Junho 19, 2008, 10:07

Segundo a Mozilla a média de downloads foi de 9.000 por minuto, em 24 horas foram mais de 8,0 milhões de downloads, superando a marca de 1,6 milhões no lançamento do Firefox 2.0 e superando a meta de 5,0 milhões de downloads estabelecidas para entrar no livro do Recordes (Guinness Book).

Acompanhe o download counter oficial.

http://downloadcounter.sj.mozilla.com/

O número exato de downloads após 24 horas foi de 8.320.331.

Eu já peguei meu certificado no site do projeto, comprove sua participação no recorde!

Está esperando o que, pegue o seu certificado também!

http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/certificate_form

Notícias relacionadas:

http://www.noticiaslinux.com.br/nl1213839653.html
http://br-linux.org/2008/firefox-download-day-missao-cumprida/
http://www.linuxjournal.com/content/millions-meltdown-and-mania-are-words-day-mozilla
http://www.dria.org/wordpress/archives/2008/06/18/665/
http://standblog.org/blog/post/2008/06/19/Firefox-3-launch-press-coverage

[]’s
Guto

já peguei o meu Firefox 3 e você?

Postado por gutocarvalho, Terça-feira, Junho 17, 2008, 16:04

O download já está disponível, vamos galera, avisem todos que puderem!

Tá muito rápido, aqui chegou a 500 KiloBytes p/s.

O Mestre cézinha (linkado ai no lado) garimpou informações interessantes, segundo sua pesquisa algumas universidades nipônicas que estão fazendo parte do pool de mirrors tem diponíveis 4 Gigabits para o Firefox Download Day ;)

Dai já imaginamos o resto dos mirrors :P

Fonte:
https://bugzilla.mozilla.org/show_bug.cgi?id=439197

[]’s
Guto


Copyright © 2007 gutocarvalho.net. All rights reserved.

Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 Brazil
Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 Brazil